O silêncio comprova que naquele ambiente há concentração. As cadeiras nem se mexem do lugar e os meninos mal piscam na aula da morá Márcia.
Eles estão usando os doze computadores que determinaram a reabertura do Laboratório de Computação do Cheder. “Com o espaço montado adequadamente, a atenção fica mais individualizada e eles aproveitam melhor o tempo de aula”, afirma Márcia.
A professora ensina programas relacionados à matemática, geometria, jogos de atenção e raciocínio. “Os meninos aos poucos estão percebendo como a computação é importante para a vida, seja qual for a profissão”, ressalta. A mora já disponibilizou máquinas para apresentação de trabalhos na classe a pedido dos próprios meninos. “É a computação ampliando os horizontes para fora do laboratório”, comemora.
