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Chai Elul em grande estilo

Terça-feira, 11 Setembro, 2012 - 23:02

O pátio do Gani foi palco de uma grande festa no último dia 5 de setembro, com decoração de luxo, ideias criativas e muito capricho. As alunas do 2º ao 5º anosfoto 4 (1).JPG receberam a visita das mães para uma manhã de estudos, artesanato e café da manhã organizada pelas morot Daniela Eskenazi (2º ano), Frida Tawil (3º ano), Dvora Yani (4º ano) e Zehavit Albahary (5º ano). Aquele dia era Chai Elul, dia 18 do mês judaico de Elul, um dos mais significativos do calendário chassídico pois comemora o aniversário do fundador do Chassidismo – o Baal Shem Tov -, e de seu neto espiritual, o Alter Rebe, fundador do movimento Chabad.  

A festa, denominada “Imaot uBanot”, foi dividida em etapas de maneira a permear os detalhes e a grandeza da data e envolver todas as participantes. “A foto 4.JPGabertura foi feita com Sêder Nigunim que as meninas aprenderam durante o ano em cada Rosh Chodesh; mães e filhas receberam um livreto sobre o Alter Rebe para estudo e cada uma ganhou um abajur e enfeites doados por uma mãe, numa referência à comparação dos dois tsadikim homenageados às luzes, por causa da luz que trouxeram para o mundo”, explica morá Frida. As mães saborearam uma variedade de pães, bolos e frutas preparados pelas morot.

De acordo com Tsipora Fridman, mãe da Esther, aluna do 5º ano, a ideia da festa foi muito original. “Foi um prazer passar uma manhã com minha filha, sobretudo nesse dia especial. É uma maneira de dedicação aos estudos fora da correria do dia a dia”, afirma Tsipora. Para Tamara Burd, mãe da Hanna, de 7 anos, “o evento mostrou o quanto as morot sabem passar carinho e simchá, que vai além de todo o conhecimento que elas já ensinam na kitá”. Ela contou que a filha não parava de dizer: “mamy, você não pode se atrasar!”, numa demonstração de euforia e ansiedade para o encontro.

Outra aluna que não deixou a mãe se esquecer do dia da festa na escola foi a Esty Steinmetz, filha da Sarah: “ela estava com medo de eu confundir o dia”, conta a mãe, que ficou maravilhada com a criatividade das morot. “O trabalho manual descontrai o ambiente e o estudo colabora para a conexão entre mãe e filha”, relata Sarah que diz já estar esperando pelo próximo encontro.

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