Não existe hora para alguém querer se tornar uma pessoa melhor. Seja realizando
mais mitsvot, ajudando o próximo e até mesmo, aumentando em estudo. Com essa filosofia, as meninas do Colegial do Gani, orientadas pela morá Maya Creimer, formaram o grupo das Achot HaTmimim do Brasil, representando aqui o projeto que é mundial e fazendo parte de uma história muito mais inspiradora e que remonta anos atrás.
Um grupo de jovens meninas na cidade de Riga, na Letônia, pediu conselhos ao Frierdiker Rebe sobre como poderiam ser pessoas melhores estudando discursos chassídicos escritos pelos Rebeim. O Frierdiker Rebe não só respondeu-lhes em profundidade – ele já era o líder espiritual dos judeus soviéticos e muito ocupado com os assuntos da comunidade – e nomeou um de seus Chassidim mais próximos para supervisionar o aprendizado das meninas. O próprio Frierdiker Rebe nomeou esse novo programa de Achot HaTmimim.
Seguindo um programa de estudos, as alunas do Gani receberam apostilas semanais com tarefas que valiam pontos. Cada mês, um tema é discorrido por meio não só das tarefas, mas de estudos diários. Os pontos são acumulados e trocados por prêmios e ao final, um grande sorteio com prêmios bastante especiais. “Neste ano, a vencedora foi Sara Crespim que também ficou entre as cinco finalistas no ano passado. Ela ganhou um iTouch com vídeos do Rebe gravados. Segundo e terceiro lugares foram Chaia Broner e Rachel Mizrahi, que receberam um Sidur com capa de couro e o nome gravado”, relata morá Maya.
Ao longo do ano, foram realizados Farbrenguens em datas especiais, organizados pelas próprias alunas, que cuidavam da decoração, convite, cardápio. Para finalizar o ano de estudo, as meninas que participaram do Achot HaTmimim até o fim, foram agraciadas com um pizzada e sorvete na Cantina do Berô.


